NR-12 – SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

 

ANEXO  - VIII PRENSAS E SIMILARES

 

1. Prensas são máquinas utilizadas na conformação e corte de materiais diversos, nas quais o movimento do martelo - punção, é proveniente de um sistema hidulico ou pneumático - cilindro hidulico ou pneumático, ou de um sistema mecânico, em que o movimento rotativo se transforma em linear por meio de sistemas de bielas, manivelas, conjunto de alavancas ou fusos.

 

1.1. As prensas são divididas em:

a mecânicas exntricas de engate por chaveta ou acoplamento equivalente;

b)   mecânicas exntricas com freio ou embreagem;

c de fricção com acionamento por fuso;

d)   servoacionadas;

e hidulicas;

f)     pneumáticas;

g hidropneumáticas; e

h)   outros tipos não relacionados neste subitem.

 

1.2. Máquinas similares são aquelas com funções e riscos equivalentes aos das prensas, englobando:

a martelos de queda;

b)   martelos pneumáticos;

c marteletes; d)   dobradeiras; e)    recalcadoras;

f)     guilhotinas, tesouras e cisalhadoras;

g prensas de compactação e de moldagem;

h)   dispositivos hidulicos e pneumáticos;

i)     endireitadeiras;

j)     prensas enfardadeiras; e

k)   outras máquinas similares não relacionadas neste subitem.

 

1.2.1. Não se aplicam as disposições deste Anexo às máquinas denominadas de balancim de braço móvel manual - balancim jacaré, e balancim tipo ponte manual, que devem atender aos requisitos do Anexo X desta Norma.

 

1.3. Ferramentas - ferramental, estampos ou matrizes são elementos fixados no martelo e na mesa das prensas e similares, com função de corte ou conformação de materiais, podendo incorporar os sistemas de alimentação ou extração relacionados no subitem 1.4.

 

1.4. Sistemas de alimentação ou extração são meios utilizados para introduzir a matéria prima e retirar a pa processada da matriz, e podem ser:

a)     manuais;

b)     por gaveta;

c)     por bandeja rotativa ou tambor de revólver;

d)     por gravidade, qualquer que seja o meio de extração;

e)     por mão mecânica;

f)     por transportador ou robótica;

g)     contínuos - alimentadores automáticos; e

h)     outros sistemas não relacionados neste subitem.

 

2. Sistemas de segurança nas zonas de prensagem.

 

2.1. Os sistemas de segurança nas zonas de prensagem ou trabalho aceitáveis são:

a enclausuramento da zona de prensagem, com frestas ou passagens que não permitem o ingresso dos dedos e mãos nas zonas de perigo, conforme item A, do Anexo I, desta Norma, e podem ser constituído de protões fixas ou protões móveis dotadas de intertravamento, conforme itens 12.38 a 12.55 e seus subitens desta Norma;

b)   ferramenta fechada, que significa o enclausuramento do par de ferramentas, com frestas ou passagens que não permitem o ingresso dos dedos e mãos nas zonas de perigo, conforme quadro I, item A, do Anexo I desta Norma;

c cortina de luz com redundância e autoteste, monitorada por interface de segurança, adequadamente dimensionada e

instalada, conforme item B, do Anexo I, desta Norma e normas técnicas oficiais vigentes, conjugada com comando bimanual, atendidas as disposições dos itens 12.26, 12.27, 12.28 e 12.29 desta Norma.

 

2.1.1. Havendo possibilidade de acesso a zonas de perigo não supervisionadas pelas cortinas, devem existir protões fixas ou móveis dotadas de intertravamento, conforme itens 12.38 a 12.55 e subitens desta Norma.

 

2.1.2. O número de comandos bimanuais deve corresponder ao número de operadores na máquina, conforme item 12.30 e subitens desta Norma.

 

2.1.3. Os sistemas de segurança  referidos  na alínea “c do subitem 2.1 e no item 2.1.1 deste Anexo devem  ser classificados como categoria 4, conforme a NBR 14153.

 

3. Proteção da zona de prensagem ou de trabalho.

 

3.1. As prensas mecânicas exntricas  de engate por chaveta ou de sistema de acoplamento equivalente de ciclo completo de fricção com acionamento por fuso e seus respectivos similares, não podem permitir o ingresso das mãos ou dos dedos dos operadores nas zonas de prensagem, devendo ser adotados os seguintes sistemas de segurança:

a) enclausuramento com protões fixas e, havendo necessidade de troca frequente de ferramentas, com protões móveis dotadas de intertravamento com bloqueio, de modo a permitir a abertura somente após a parada total dos movimentos de risco, conforme alínea “a”, do subitem 2.1, deste Anexo e item 12.46 desta Norma; ou

b) operação somente com ferramentas fechadas, conforme alínea b, do subitem 2.1 deste Anexo.

 

3.2. As prensas mecânicas exntricas com freio e embreagem, servoacionadas, hidulicas, pneumáticas, hidropneumáticas e seus respectivos similares devem adotar os seguintes sistemas de segurança nas zonas de prensagem ou trabalho:

a enclausuramento com protões fixas ou protões móveis dotadas de intertravamento, conforme alínea “a”, do subitem 2.1 deste Anexo; ou

b)   operação somente com ferramentas fechadas, conforme alínea b, do subitem 2.1 deste Anexo; ou

c utilização de cortina de luz conjugada com comando bimanual, conforme alínea “c”, do subitem 2.1e seus subitens deste Anexo.

 

4. Sistemas hidulicos e pneumáticos de comando.

 

4.1. As prensas mecânicas exntricas com freio ou embreagem pneumático, as prensas pneumáticas e seus respectivos similares, devem ser comandados por válvula de segurança específica com fluxo cruzado, monitoramento dinâmico e livre de pressão residual.

 

4.1.1. A prensa ou similar deve possuir rearme manual, incorporado à válvula de segurança ou em outro componente do sistema, de modo a impedir acionamento adicional em caso de falha.

 

4.1.2. Nos modelos de válvulas com monitoramento dinâmico externo por pressostato, micro-switches ou sensores de proximidade, o monitoramento deve ser realizado por interface de segurança.

 

4.1.3. Somente podem ser utilizados silenciadores de escape que não apresentem risco de entupimento, ou que tenham passagem livre correspondente ao diâmetro nominal, de maneira a não interferir no tempo de frenagem.

 

4.1.4. Quando válvulas de segurança independentes forem utilizadas para o comando de prensas e similares com freio e embreagem  separados,  devem  ser  interligadas  de  modo  a  estabelecer  entre  si  um  monitoramento  dinâmico,  para assegurar que o freio seja imediatamente aplicado caso a embreagem seja liberada durante o ciclo, e ainda para impedir que a embreagem seja acoplada caso a válvula do freio não atue.

 

4.1.5. Os sistemas de alimentação de ar comprimido para circuitos pneumáticos de prensas e similares devem garantir a eficácia das  válvulas  de segurança,  e possuir purgadores  ou sistema de secagem  do ar e sistema de lubrificação automática com óleo específico para este fim.

 

4.1.6. A exigência constante do subitem 4.1.4 não se aplica a prensas pneumáticas e seus respectivos similares.

 

4.2. As prensas mecânicas exntricas com freio ou embreagem hidulico e seus respectivos similares devem ser comandados por sistema de segurança composto por válvulas em redundância, com monitoramento dinâmico.

 

4.2.1. A prensa ou similar deve possuir rearme manual, de modo a impedir qualquer acionamento adicional em caso de falha.

 

4.2.2. Nos sistemas de válvulas com monitoramento dinâmico externo por pressostato, micro-switches ou sensores de proximidade, o monitoramento deve ser realizado por interface de segurança.

 

4.2.3. Quando válvulas independentes forem utilizadas, devem ser interligadas de modo a estabelecer entre si um monitoramento  dinâmico,  assegurando  que  não  haja  pressão  residual  capaz  de  comprometer  o  funcionamento  do conjunto freio e embreagem em caso de falha de uma das válvulas.

 

4.2.4. Quando forem utilizadas válvulas independentes para o comando de prensas e similares com freio e embreagem separados, aplica-se o disposto no subitem 4.1.4.

 

4.3. As prensas hidulicas e similares devem possuir bloco hidulico de segurança ou sistema de segurança composto por válvulas em redundância que possua a mesma característica e eficácia, com monitoramento dinâmico.

 

4.3.1. A prensa ou similar deve possuir rearme manual, de modo a impedir acionamento adicional em caso de falha.

 

4.3.2. Nos sistemas de válvulas com monitoramento dinâmico externo por pressostato, micro-switches ou sensores de proximidade, o monitoramento deve ser realizado por interface de segurança.

 

4.3.3. Quando válvulas independentes forem utilizadas, devem ser interligadas de modo a estabelecer entre si um monitoramento dinâmico, assegurando que não haja pressão residual capaz de comprometer a segurança em caso de falha de uma das válvulas.

 

4.3.4. As prensas hidulicas e similares devem possuir válvula ou sistema de retenção para impedir a queda do martelo em caso de falha do bloco de segurança ou do sistema hidulico.

 

4.3.5. Quando utilizado sistema hidulico, a válvula ou sistema de retenção deve ficar localizado o mais próximo possível do cilindro.

 

5. Dispositivos de parada de emergência.

 

5.1. As prensas e similares devem possuir dispositivos de parada de emergência que garantam a parada segura do movimento da máquina ou equipamento, conforme itens 12.56 a 12.63 e seus subitens desta Norma.

 

5.2. O sistema de parada de emergência da prensa deve ser preparado para interligação com os sistemas de parada de emergência de equipamentos periféricos tais como desbobinadores, endireitadores e alimentadores, de modo que o acionamento do dispositivo de parada de emergência de qualquer um dos equipamentos provoque a parada imediata de todos os demais.

 

5.3. Quando utilizados comandos bimanuais conectáveis por plug ou tomada, removíveis, que contenham botão de parada de emergência, deve haver também dispositivo de parada de emergência no painel ou no corpo da máquina.

 

5.4. Havendo vários comandos bimanuais para o acionamento de uma prensa ou similar, devem ser ligados de modo a garantir o funcionamento adequado do botão de parada de emergência de cada um deles, nos termos desta Norma.

 

6. Monitoramento da posição do martelo.

 

6.1. Nas prensas mecânicas exntricas com freio ou embreagem e similares, com zona de prensagem não enclausurada, ou cujas ferramentas não sejam fechadas, a posição do martelo deve ser monitorada por sinais elétricos produzidos por equipamento acoplado mecanicamente ao eixo da máquina.

 

6.1.1. O monitoramento da posição do martelo, compreendido por ponto morto inferior - PMI, ponto morto superior - PMS e escorregamento máximo admissível, deve incluir dispositivos para assegurar que, se o escorregamento  da frenagem ultrapassar o máximo admissível especificado pela norma ABNT NBR 13930, uma ação de parada seja imediatamente iniciada e não possa ser possível o início de um novo ciclo.

 

6.1.2. Os sinais elétricos devem ser gerados por chaves de segurança com duplo canal e ruptura positiva, monitoradas por interface de segurança classificada como categoria 4 conforme a norma ABNT NBR 14153.

 

6.1.3. Quando for utilizada interface de segurança programável que tenha blocos de programação dedicados à função de controle e supervisão do PMS, PMI e escorregamento, a exigência de duplo canal fica dispensada.

 

6.2. Nas prensas hidulicas, pneumáticas e similares, com zona de prensagem não enclausurada, ou cujas ferramentas não sejam fechadas, a posição do martelo deve ser monitorada.

 

6.3. Para prensas em que não seja possível garantir a parada segura do martelo em função de sua velocidade e do tempo de resposta da máquina, não é permitido o uso de cortinas de luz para proteção  da zona de prensagem,  ficando dispensada a exigência do subitem 6.1 deste Anexo, devendo a zona de prensagem ser protegida com protões fixas ou móveis com intertravamento com bloqueio, de acordo com os itens 12.38 a 12.55 e seus subitens desta Norma.

 

7. Pedais de acionamento.

 

7.1.  As  prensas  e  similares  que  possuem  zona  de  prensagem  ou  de  trabalho  enclausurada  ou  utilizam  somente ferramentas  fechadas  podem  ser  acionadas  por  pedacom  atuação  elétrica,  pneumática  ou  hidulica,  não  sendo permitido o uso de pedais com atuação mecânica ou alavancas.

 

7.2. Os pedais de acionamento devem permitir o acesso somente por uma única direção e por um pé, devendo ser protegidos para evitar seu acionamento acidental.

 

7.3. Para atividades de forjamento a morno e a quente podem ser utilizados os pedais conforme disposto no subitem 7.2 deste Anexo, desde que sejam adotadas medidas de proteção que garantam o distanciamento do trabalhador das áreas de risco.

 

7.4. Nas operações com dobradeiras podem ser utilizados os pedais conforme disposto no subitem 7.2 deste Anexo, sem a exigência de enclausuramento da zona de prensagem, desde que adotadas medidas adequadas de proteção contra os riscos existentes.

 

7.5. O número de pedais deve corresponder ao número de operadores conforme o item 12.30 e subitens desta Norma.

 

8. Atividades de forjamento a morno e a quente

 

8.1. Para as atividades de forjamento a morno e a quente podem ser utilizadas pinças e tenazes, desde que sejam adotadas medidas de proteção que garantam o distanciamento do trabalhador das zonas de perigo.

 

8.1.1. Caso necessário, as pinças e tenazes devem ser suportadas por dispositivos de alívio de peso, tais como balancins móveis ou tripés, de modo a minimizar a sobrecarga do trabalho.

 

9. Proteção das transmissões de foa

 

9.1 As transmissões de força, como volantes, polias, correias e engrenagens devem ser protegidas conforme os itens

12.38 a 12.55 e subitens desta Norma.

 

9.1.1. Nas prensas exntricas mecânicas deve haver proteção fixa das bielas e das pontas de seus eixos que resistam aos esfoos de solicitação em caso de ruptura.

 

9.1.2. O volante vertical e horizontal da prensas de fricção com acionamento por fuso devem ser protegidos, de modo que não sejam arremessados em caso de ruptura do fuso.

 

10. Ferramentas.

 

10.1. As ferramentas devem:

a ser construídas de forma que evitem a projeção de material nos operadores;

b)   ser armazenadas em locais próprios e seguros;

c ser fixadas às máquinas de forma adequada, sem improvisões; e d)   não oferecer riscos adicionais.

 

11. Sistemas de retenção mecânica.

 

11.1. As prensas e similares devem possuir sistema de retenção mecânica que suporte o peso do martelo e da parte superior da ferramenta, para travar o martelo no início das operações de trocas, ajustes e manutenções das ferramentas.

 

11.2. O componente de retenção mecânica deve ser pintado na cor amarela e possuir intertravamento monitorado por interface de segurança, de forma a impedir, durante a sua utilização, o funcionamento da prensa.

 

11.3 O componente de retenção mecânica deve:

a garantir a retenção mecânica nas diversas posições de parada do martelo; e

b)   ser projetado e construído de modo a garantir resistência à foa estática exercida pelo peso total do conjunto móvel a ser sustentado e que impa sua projeção ou sua simples soltura.

 

11.4. Nas situões em que não seja possível o uso do sistema de retenção mecânica, devem ser adotadas medidas alternativas que garantam o mesmo resultado.

 

12. Máquinas similares específicas.

 

12.1. Nos martelos pneumáticos:

a o parafuso central da cabeça do amortecedor deve ser preso com cabo de o;

b)   o mangote de entrada de ar deve possuir proteção que impa sua projeção em caso de ruptura; e c todos os prisioneiros, superior e inferior, devem ser travados com cabo de o.

 

12.2. As guilhotinas, tesouras e cisalhadoras devem possuir protões fixas e, havendo necessidade de intervenção frequente nas lâminas, devem possuir protões móveis com intertravamento para impedir o ingresso das mãos e dedos dos operadores nas áreas de risco, conforme os itens 12.38 a 12.55 e subitens desta Norma.

 

13 Dobradeiras ou prensas viradeiras.

 

13.1. As dobradeiras devem possuir sistema de segurança que impa o acesso pelas laterais e parte traseira da máquina às zonas de perigo, conforme os itens 12.38 a 12.55 e subitens desta Norma.

 

13.2. As dobradeiras devem possuir sistema de segurança frontal que cubra a área de trabalho, selecionado de acordo com as características da construção da máquina e a geometria da pa a ser conformada, observando:

a as dobradeiras com freio ou embreagem mecânicos - cinta, em função da imprecisão na determinação do tempo de parada, não podem possuir dispositivos detectores de presença optoeletrônicos para proteção frontal na zona de trabalho, sendo proibida a operação por mais de um trabalhador e a conformação de peças que não garantam o distanciamento do operador;

b)   as dobradeiras com freio ou embreagem pneumáticos e as dobradeiras hidulicas podem possuir dispositivos detectores de presença optoeletrônicos para proteção frontal na zona de trabalho, desde que adequadamente selecionados e instalados conforme o item B do Anexo I desta Norma;

c as dobradeiras hidulicas podem utilizar dispositivos detectores de presença optoeletrônicos laser de múltiplos feixes  para  proteção  da  zona  de  trabalho  em  tarefas  com  múltiplas  dobras,  condicionada  às  características  e

limitões da máquina em função da disponibilidade de baixa velocidade, se inferior ou igual a 10mm/s (dez

milímetros por segundo), em altura de curso que não permita o acesso dos dedos do trabalhador, ou seja, inferior ou igual a 6mm (seis milímetros);

d)   nas dobradeiras hidulicas dotadas de dispositivo detector de presença optoeletrônico laser de múltiplos feixes, sua desativação completa – muting, somente deve ocorrer quando a abertura entre a ferramenta superior e a pa a ser conformada for menor ou igual a 6 mm (seis milímetros), associada à movimentação em baixa velocidade;

e os dispositivos detectores de presença optoeletrônicos laser de múltiplos feixes devem ser instalados e testados de acordo com as recomendações do fabricante, norma técnica específica vigente e item C, do Anexo I, desta Norma; e

f)     as dobradeiras hidulicas que possuem dispositivos detectores de presença optoeletrônicos laser de múltiplos feixes

devem ser acionadas por comando bimanual previsto nos itens 12.26, 12.27, 12.28 e 12.29 ou pedal de segurança de

3 posições, conforme item C, do Anexo I, todos desta Norma;

 

13.3. As dobradeiras operadas unicamente por robôs podem ser dispensadas das exigências dos subitens 13.1 e 13.2 deste Anexo, desde que possuam sistema de proteção para impedir o acesso de trabalhadores em todo o perímetro da máquina e de movimentação do robô, conforme os itens 12.38 12.55 e subitens desta Norma.

 

13.4. Medidas adicionais, como o emprego de posicionadores ou mesa ou encosto imantado, devem ser adotadas a fim de evitar acidentes com as mãos do trabalhador entre a pa trabalhada e a estrutura - avental - da máquina no momento da conformação.

 

14. As bobinadeiras, desbobinadeiras, endireitadeiras e outros equipamentos de alimentação devem possuir proteção em todo o perímetro, impedindo o acesso e a circulação de pessoas nas áreas de risco, conforme os itens 12.38 a 12.55 e subitens desta Norma.

 

15. Outras disposições.

 

15.1. Podem ser adotadas, em caráter excepcional, outras medidas de proteção e sistemas de segurança nas prensas e similares, desde que garantam a mesma eficácia das protões e dispositivos mencionados neste anexo, e atendam ao disposto nas normas técnicas oficiais vigentes.

 

15.2. É proibida a importação, a fabricação, comercialização, leilão, locação, cessão a qualquer título e exposição de prensas mecânicas exntricas e similares com acoplamento para descida do martelo por meio de engate por chaveta ou similar e dobradeiras mecânicas com freio de cinta, novas ou usadas, em todo o território nacional.

 

15.2.1. Entende-se como mecanismo similar aquele que não possibilite a parada imediata do movimento do martelo em qualquer posição do ciclo de trabalho.

 

16. Transformação de prensas e equipamentos similares

 

16.1.  Qualquer  transformação  substancial  do  sistema  de  funcionamento  ou  do  sistema  de  acoplamento  para movimentação do martelo - “retrofitting de prensas e equipamentos similares somente deve ser realizada mediante projeto mecânico elaborado por profissional legalmente habilitado, acompanhado de Anotação de Responsabilidade Técnica - ART.

 

16.2. O projeto deverá conter meria de lculo de dimensionamento dos componentes, especificação dos materiais empregados e memorial descritivo de todos os componentes.

 

 


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